Revisiting Creedence revive sucessos da banda Creedence Clearwater Revival
Grupo criado por ex-integrantes do CCR leva clássicos do rock ao mundo
A banda Revisiting Creedence mantém vivo o legado do Creedence Clearwater Revival com shows que resgatam a essência e os grandes sucessos do grupo. O projeto é liderado por Dan McGuinness e Kurt Griffey, que já se apresentaram ao lado dos membros fundadores Stu Cook e Doug Clifford no Creedence Clearwater Revisited. Desde 2011, a dupla já realizou quase mil shows ao redor do mundo.
No palco, o grupo entrega uma performance fiel aos clássicos do Creedence Clearwater Revival, com sucessos como “Proud Mary”, “Bad Moon Rising” e “Fortunate Son”, além de versões estendidas que destacam a habilidade musical da banda.
A formação conta ainda com o baterista Ron Wikso, que já tocou com nomes como Cher e Santana, e o baixista Mick Mahan, conhecido por sua longa parceria com Pat Benatar e por trabalhos com John Fogerty. Juntos, eles formam um grupo reconhecido por reproduzir com autenticidade o som marcante do Creedence Clearwater Revival.
O legado e fim do Creedence Clearwater Revival
O Creedence Clearwater Revival foi uma das bandas mais influentes do rock mundial, formada na Califórnia por John Fogerty, Tom Fogerty, Stu Cook e Doug Clifford. A origem do grupo remonta a 1959, quando ainda adolescentes, começaram a tocar juntos sob o nome The Blue Velvets.
A escolha de “Creedence Clearwater Revival” surgiu da junção do nome de um amigo da banda, Credence Newball, com “Clearwater”, inspirado em um comercial de cerveja, e “Revival”, simbolizando o recomeço do grupo após o retorno de integrantes do serviço militar.
A partir de 1968, já com o novo nome, a banda iniciou uma trajetória de enorme sucesso, com álbuns e singles que rapidamente conquistaram o público e a crítica. Clássicos como “Proud Mary”, “Bad Moon Rising”, “Fortunate Son” e “Have You Ever Seen the Rain” consolidaram o grupo como um dos maiores nomes do rock.
Ao longo da carreira, o CCR acumulou nove discos de ouro e sete de platina, vendendo mais de 26 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos. Apesar do sucesso, conflitos internos levaram à saída de Tom Fogerty em 1971 e, posteriormente, ao fim da banda em 1972.
Em 1993, o grupo foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame, e seu legado segue vivo até hoje por meio de projetos e turnês que revisitam sua obra.